Se você presta serviços de Saúde e Segurança do Trabalho já sabe há tempos sobre a obrigatoriedade do eSocial na SST.

Antes, ele podia parecer distante, mas agora, janeiro de 2019 está quase aí! E certamente ele entrará na data mencionada. Uma postergação a esta altura do campeonato provavelmente não irá acontecer.

Ainda mais com as novidades recentes que foram anunciadas na Nota de Documentação Evolutiva (NDE) nº 01/2018. O documento trouxe mudanças de leiaute, tabelas e regras de validação. Confira mais sobre o assunto, aqui.

Agora, se você já está por dentro das novidades e entende os impactos do eSocial na SST de cabo a rabo, então também já sabe que o quanto antes iniciar as adequações nos seus serviços, maior a garantia de sucesso! Parabéns!

E, se você faz parte do grupo que ainda precisa ser convencido que adequar os seus serviços o quanto antes é a melhor solução, este artigo é para você!

É fato que os seus serviços terão que estar de acordo com o eSocial. Então, para quê deixar para a última hora? Nós damos 5 ótimos motivos para você iniciar esse processo logo e manter a tranquilidade ao longo das atividades. Confira!

1. Os prestadores de serviços de SST que não se adequarem ao eSocial não conseguirão manter seus clientes

Sua Clínica de Medicina do Trabalho pode ter se virado muito bem – até aqui – sem o uso de um software. Trabalhando apenas com o word ou excel, anotações em planilhas e cadernos.

Acontece que, agora, a transmissão de informações do eSocial na SST só será aceita no formato xml. Para a geração de um xml é necessário o uso de um sistema. Por isso, o uso de um software se torna essencial.

Se você não pretende investir em um software que atenda ao eSocial na SST, a sua prestação de serviços de saúde e segurança do trabalho não irá muito longe. Será impossível se manter no mercado.

Quer entender mais sobre este assunto de sua empresa “sumir” caso não possua um software? Nós explicamos este assunto, aqui.

Provavelmente, seus clientes irão em busca de fornecedores que atendam às exigências do governo. Afinal, ninguém quer receber as temidas multas do eSocial.

eSocial na SST2. Você precisa de um software ou se certificar que o seu irá atendê-lo

Bom, você já sabe que ter um software será essencial. Agora, você quer compreender como ele gera o tal xml, ou mesmo, se o software que você já utiliza atende às exigências? Vamos lá!

As informações constantes nos mais diversos documentos legais e nos programas como PCMSO e PPRA serão “lidos” e transformados pelo software no formato xml. Desta forma, seus clientes ou os escritórios contábeis de seus clientes poderão transmitir as informações ao eSocial.

Isso porque eles também terão um sistema adequado para o eSocial. E o sistema deles será capaz de “ler” os xmls enviados pela sua clínica de medicina do trabalho. São os seus clientes ou o escritório deles, que farão a transmissão final ao eSocial.

Por isso, certifique-se que o software que sua clínica utiliza já possui todos os campos exigidos pelo eSocial na SST e que ele gere o xml. Em caso negativo, procure no mercado um software como o Madu, software especialmente desenvolvido para clínicas de saúde ocupacional e 100% pronto para o eSocial!

Lembre-se que o período de procura, conhecimento e implantação de um sistema exige tempo!

3. As informações de seus clientes precisam ser revisadas (e isso pode demandar MUITO tempo)

O eSocial na SST traz consigo a exigência de algumas informações que antes não eram obrigatórias em campos como, cadastro de trabalhadores, de empresas e, até mesmo, na elaboração de documentos legais.

Então, se informe sobre quais são estes dados e revise os cadastros existentes na sua clínica de saúde ocupacional. É essencial que nenhum campo seja deixado para traz ou mesmo, que contenha erros na sua informação.

Então, saiba que os seus clientes irão juntar com os xmls enviados pela sua clínica, outras informações da empresa, como folha de pagamento, por exemplo. Se as informações entre clínica e empresa não baterem, isso será motivo para multas.

Para revisão, atualização ou, até mesmo, busca destas informações junto aos clientes, dependendo da organização da sua clínica – ou melhor da desorganização nos cadastros – do número de pessoas que são atendidas, e do tamanho da sua equipe, este trabalho pode se despender por alguns meses.

Sendo assim, não será nada legal chegar janeiro e ter trabalho ainda pendente, ou mesmo, ter que contratar pessoas para realizar este trabalho. Trabalho este que poderia ser feito pela sua equipe com uma maior antecedência, não é mesmo?

 4. Seus clientes precisam ter segurança nos seus serviços

A adequação dos processos de seus clientes em função do eSocial já começou. Enquanto eles possuem 5 fases de entregas, os prestadores de serviços de saúde e segurança do trabalho precisam estar prontos com seus serviços para a última fase apenas.

Como resultado, isso faz com que as suas empresas clientes já tenham um maior conhecimento sobre o eSocial e passem a exigir a rápida adequação por parte das clínicas que as atendem.

Mais importante de tudo, elas precisam sentir segurança na sua empresa. Afinal, elas já sabem que o processo de adequação é demorado, a importância de prestar informações corretas e, principalmente, sabem que para evitar multas é essencial organização e comprometimento.

Finalmente, depois de toda a dedicação despendida por parte do cliente para deixar a empresa em dia, o mínimo que ele vai querer é um prestador de serviços em dia com o eSocial na SST também.

 5. O último trimestre de 2018 será o ápice da correria para adequar o eSocial na SST

Não é novidade que as pessoas costumam deixar tudo para a última hora. E com o eSocial não é diferente.

O número de clínicas de medicina ocupacional que têm buscado se informar e iniciar a atualização das suas atividades de acordo com o exigido pelo governo aumentou nos últimos meses. Porém, é grande o número daquelas que ainda não procuraram se atualizar.

É importante se planejar com antecedência, pois há vários passos para dar até chegar à adequação final: procurar e conhecer softwares disponíveis no mercado; passar pelo processo de treinamento no uso do sistema – e de importação de dados, caso você já tenha um sistema hoje, mas precise substituir e queira manter o histórico de informações -; e ainda, conferir e atualizar as informações que você possui.

Bastante coisa para deixar para os últimos meses, certo?

Mesmo assim, fique tranquilo! Se você busca por uma solução, conheça o Madu! Ele é um software para clínicas de medicina do trabalho, 100% adequado para o eSocial, além de ser um sistema extremamente simples e prático de usar!

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